Pode ser que eu não faça nada de grandioso aqui - ou pelo menos nada do que eu considere grandioso. Não importa. O mundo continuará. Mas levo em mim, ainda que desbotada, a sede de mudança, de transformação não de um mundo todo, mas de vários mundos particulares. Eu levo.
Não sei como será, mas eu sabia de certa forma que antes mesmo de acontecer, daria tempo. Não medo, mas insegurança. E já saudade também. Certo arrependimento do que poderia e não foi, e então eu opto por crer no destino e ele que dê conta da culpa sozinho. Pobre destino!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
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