Só eu sei os sentimentos que habitam meu interior e, ainda que saiba, mal reconheço. Tudo é confusão, incerteza. Não sei quem sou, e menos ainda o que quero ser, ou o que espero de mim.
Ando numa busca incessante de algo concreto em mim, sólido o suficiente para que eu sinta o mínimo necessário de segurança nos pés, ao caminhar. Sinto gastura no coração e angustia estomacal. Sei que não sei, e que, ainda assim, sou a única a saber - entender.
Um canto, um som, uma fechadura, uma eternidade, um eu.
Absurdos cantarolantes de uma identidade solta ao relento.
Eu não me abandonei, apenas fizeram com que eu buscasse pelo meu ego de forma tardia.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Ano novo, blog novo?
Há tanto rondando meu pensar agora, que mal faço descrever se mal ou bem. É presente o dilema do "sim e não", é presente a saudade, é presente o passado, é passado o futuro. Foi-se.
Guardei lágrimas de pura infelicidade e melancolia dentro daquilo que chamo de eu; dores suficientemente fortes para que eu fizesse delas, minha carapaça. Vesti, então, tamanha brutalidade, e tornei-me o que aparento ser, mas que não necessariamente sou.
Aconteceu hoje o que, há tempos não vinha à mim: o sentimento de felicidade. Na verdade não sei ainda se felicidade ou liberdade, e mal quero saber, sou o típico dizer em que o sentir vale mais que o entender. Mas convenho: ando mais entendendo do que sentindo - ou tentando entender.
O que não vem ao caso, agora, é o que fui. Não que esteja eu agindo de repudio ao que era, sei que isso seria negar o que sou, mas ando em fase de transição - como quase sempre - e não me importa aquilo que não me faça diferenciais.
Contudo, quero eu, agora, cessar toda a polêmica desnecessária que um dia ousei realizar; polêmicas das quais não me envergonho, - sequer me arrependo -, exatamente por serem compostas de pura ousadia, de minha pura ousadia.
Por hoje é só.
Amor, amo você!
Beijos, beijos e mais beijos!
Guardei lágrimas de pura infelicidade e melancolia dentro daquilo que chamo de eu; dores suficientemente fortes para que eu fizesse delas, minha carapaça. Vesti, então, tamanha brutalidade, e tornei-me o que aparento ser, mas que não necessariamente sou.
Aconteceu hoje o que, há tempos não vinha à mim: o sentimento de felicidade. Na verdade não sei ainda se felicidade ou liberdade, e mal quero saber, sou o típico dizer em que o sentir vale mais que o entender. Mas convenho: ando mais entendendo do que sentindo - ou tentando entender.
O que não vem ao caso, agora, é o que fui. Não que esteja eu agindo de repudio ao que era, sei que isso seria negar o que sou, mas ando em fase de transição - como quase sempre - e não me importa aquilo que não me faça diferenciais.
Contudo, quero eu, agora, cessar toda a polêmica desnecessária que um dia ousei realizar; polêmicas das quais não me envergonho, - sequer me arrependo -, exatamente por serem compostas de pura ousadia, de minha pura ousadia.
Por hoje é só.
Amor, amo você!
Beijos, beijos e mais beijos!
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