segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Boa pergunta.

Desatenta era, ainda que atualizada, pois as informações é que lhe vinham. E eram muitas. Tantas outras poderiam ser, mas eram essas que tinha na mão, e eram muitas. Cada uma com seu valor, tamanho e data de validade, desgastando aos poucos seu limite já tão gasto.
Desceu... Foi então que, de algum lugar desconhecido, um outro desconhecido qualquer determinou o que - até então - era também desconhecido. Mas é claro que algo iria acontecer. Cada segundo que chega recebe a missão de se tornar uma quantidade maior de tempo, e então eis que acontece algo. Indiferente ou não.
...
Passada a explosão, se encontra sentada na calçada, captando e reagindo diante do todo que lhe chega sem cessar. Cabeça apoiada nos joelhos - para que o mundo não a veja, e nem ela a ele -, e então lhe toma conta o sentido de infinito. Ela solta o cigarro quase inteiro ao chão e se abraça, sem notar o seu próprio redor.
Ela. Ela que sou.

Um comentário:

Mikaely A. disse...

Mano, cê é mara! Vai à merda, você tinha de fazer Publicidade e Propaganda... Hahaha. Criatividade é com você ;) Beijos, gay. Amo você!