"Pouco adiantou
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão
Eu quis ser eu mesmo
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém
Acho que eu fico mesmo diferente
Quando falo tudo o que penso realmente
Mostro a todo mundo que eu não sei quem sou
E uso as palavras de um perdedor
As brigas que ganhei
Nem um troféu
Como lembrança
Pra casa eu levei
As brigas que perdi
Estas sim
Eu nunca esqueci
Eu nunca esqueci..."
quarta-feira, 25 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
"O meu mundo não é como o dos outros,
Quero demais
Exijo demais
Há em mim uma sede de infinito
Uma angústia constante que nem eu mesma compreendo,
Pois estou longe de ser uma pessoa
Ou antes uma exaltada
Com uma alma intensa atormentada
Uma alma que não se sente bem onde está
Que tem saudade sei lá de quê"
(Florbela Espanca)
Quero demais
Exijo demais
Há em mim uma sede de infinito
Uma angústia constante que nem eu mesma compreendo,
Pois estou longe de ser uma pessoa
Ou antes uma exaltada
Com uma alma intensa atormentada
Uma alma que não se sente bem onde está
Que tem saudade sei lá de quê"
(Florbela Espanca)
Assinar:
Postagens (Atom)