segunda-feira, 28 de abril de 2008

À tona

Dei-me por conta há pouco, do quão ingênuos somos em relação à felicidade. E quer saber? Concluí que feliz é aquele que vive de tristezas.
Felicidade é ego insano, ganância repressora, fuga do elo. Não quero parecer ignorante, menos ainda supérflua, mas é que não adentra em mim esse sentido de não faltar nada. Seria isso, a felicidade? Afinal, o que é felicidade? Melhor ser feliz, ou completo?
É ai que está. A felicidade é capaz de cobrar um único preço, e o mais arriscado de todos: o limite.

2 comentários:

Catarina F. Saraiva disse...

Felicidade... Realmente.
É uma coisa que eu nunca tinha parado pra pensar. Talvez só de estarmos aqui nesse mundo já sejamos dignos de sentirmos a tal felicidade.

Anônimo disse...
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